Jornada completa
Responsabilidade institucional sobre o percurso que vai do risco inicial à proteção, acolhimento e autonomia.
A SEPROM propõe transformar a atual Secretaria de Políticas para a Mulher em uma estrutura executiva de proteção integral, responsável por coordenar, monitorar e avaliar se a rede estadual realmente funciona do início ao recomeço.
Importante: a proposta não cria uma secretaria paralela. Ela reorganiza a SPM existente, preservando as competências da Polícia Civil, da Polícia Militar e dos demais órgãos.
Este contador usa registros oficiais de feminicídio do Sinesp VDE e uma média histórica dos dois últimos anos completos. Ele apresenta uma estimativa estatística atualizada continuamente — não uma transmissão de ocorrências policiais em tempo real.
Cálculo próprio do Projeto SEPROM: (1.450 + 1.548) ÷ 24 = 124,9167 vítimas/mês. Para a velocidade do contador, os 2.998 registros de 2024–2025 são distribuídos pelos 731 dias desses dois anos. Os dados do Sinesp podem sofrer revisão posterior pelos órgãos responsáveis.
Explore os 645 municípios paulistas, pesquise uma cidade e compare 2024, 2025 e o primeiro semestre de 2026. A malha territorial é do IBGE; os registros são extraídos da base pública SP Dados Criminais da SSP-SP e cruzados pelo código IBGE presente em cada registro.
São Paulo já possui delegacias especializadas, medidas protetivas, canais digitais, acolhimento, saúde, assistência, moradia e programas de autonomia. A proposta SEPROM pergunta quem acompanha se todas essas partes funcionam de forma integrada e produzem proteção efetiva para a mulher.
A estrutura setorial continua existindo. O que muda é a governança: a SEPROM passa a funcionar como ponto central de coordenação, monitoramento e responsabilização por resultados.
A proposta não se resume a trocar o nome da Pasta. A transformação só faz sentido se produzir mudança de missão, governança e capacidade de acompanhamento.
Responsabilidade institucional sobre o percurso que vai do risco inicial à proteção, acolhimento e autonomia.
Matriz de responsabilidades, protocolos intersecretariais e mecanismo de escalonamento de impasses.
Uso de indicadores e inteligência de políticas públicas para identificar gargalos e priorizar prevenção.
Integração entre serviços e Secretarias sem romper as competências legais e as cadeias de comando.
Acolhimento, moradia, emprego, renda e autonomia econômica tratados como continuidade da proteção.
Metas, indicadores, relatório de resultados e acompanhamento de providências quando a política falha.
A SEPROM é proposta como órgão central de coordenação, monitoramento e avaliação da política integrada. A diferença está em acompanhar não apenas a existência formal dos programas, mas sua execução, seu alcance, sua acessibilidade e seus resultados para as mulheres.
A proposta parte da estrutura da SPM existente. O primeiro passo é inventariar pessoal, cargos, programas, contratos, sistemas, imóveis, frota e dotações, reaproveitando o que já existe antes de qualquer nova despesa.
A proposta transforma a Pasta existente, evitando a criação de uma Secretaria paralela.
Em vez de multiplicar estruturas, a SEPROM conecta serviços já existentes em uma jornada única de proteção, acompanhamento e autonomia.
Reorganização, integração executiva, piloto, avaliação e expansão condicionada a resultados e orçamento.
Porque a proposta não cria uma segunda Pasta. Ela reorganiza a atual SPM e amplia sua capacidade executiva para coordenar a jornada integrada, monitorar a implementação das políticas e acompanhar resultados.
Não. A proposta reconhece a estrutura, os programas e o orçamento já existentes como base institucional. A SEPROM é apresentada como evolução, não como negação da SPM.
Ela monitorará e verificará a implementação e a efetividade das políticas integradas, sem criar subordinação hierárquica. Poderá identificar falhas, recomendar providências, acompanhar respostas e acionar a governança intersecretarial.
Não. As competências policiais e as cadeias de comando permanecem preservadas. A relação será de cooperação, protocolos e governança nas matérias que envolvam proteção à mulher.
Não. As Delegacias de Defesa da Mulher permanecem subordinadas à Polícia Civil. A SEPROM poderá pactuar com SSP e Polícia Civil padrões de acolhimento, integração da rede e indicadores não operacionais.
Não. A proposta determina inventário e reaproveitamento da estrutura existente. Novos cargos, ativos ou contratos só devem ser considerados se houver insuficiência demonstrada e após análise fiscal e orçamentária.
Não. Essas políticas permanecem relevantes. A diferença é que a proteção integral passa a ser o eixo estruturante, conectando segurança, acolhimento, moradia, renda, emprego e reconstrução da vida.
O projeto não faz promessas absolutas. A finalidade é reduzir falhas institucionais, ampliar prevenção, melhorar a resposta e acompanhar se a política pública está efetivamente protegendo as mulheres.
Anteprojeto consolidado de reorganização institucional, com governança, competências, transição, orçamento e matriz jurídica.